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Câmara recupera equipamentos desportivos nas escolas da Alapraia e de Cascais

Com um investimento municipal global que ultrapassou os 200 mil euros, as escolas EB 2,3 da Alapraia e Secundária de Cascais contam agora com melhores condições para a prática desportiva, não só pela escola como pelas coletividades que, na envolvente, promovem várias modalidades junto de centenas de jovens atletas do concelho. “Não sendo uma competência municipal, estas intervenções eram uma necessidade da comunidade escolar do concelho, pelo que decidimos avançar”, justifica Carlos Carreiras, presidente da CMC, que ontem visitou os espaços.
 
Na Alapraia foi requalificado o pavilhão desportivo que durante todo o ano tem uma intensa utilização por parte do Estoril Basquet, com 25 atletas na modalidade de Basquetebol, Clube Desportivo da Costa do Estoril, com 20 atletas na modalidade de badminton e da Cercica- Cooperativa para a Educação e reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais, com cerca de 25  atletas na prática de desporto adaptado (Basquetebol, FutSal, atletismo e andebol). O equipamento recebeu nova cobertura e pintura interior e exterior e um novo piso desportivo. Foi ainda reabilitado o balneário de apoio e o espaço envolvente, sendo que, aproveitando a intervenção municipal, a escola investiu na aquisição de novos equipamentos.
 
Na Escola Secundária de Cascais, provisória há várias décadas, a Câmara Municipal de Cascais procedeu à substituição integral do telhado. “Esta escola ainda tinha um telhado de amianto, o que era um risco para todos os que utilizavam este pavilhão, alunos, professores e atletas que aqui praticam desporto”, refere Carlos Carreiras, presidente da CMC.
 
O Pavilhão conta com uma parede de escalada que serve para o treino regular dos atletas da Associação Desnível e diariamente, das 17h00 às 21h00 acolhe quatro escalões federativos de volei feminino, num total de 50 atletas, dos 8 aos 18 anos. Para Luís Geraldes, presidente do Volley4All, esta intervenção “foi uma lufada de ar fresco. Para nós era vital esta obra, por questões legais e de saúde. Já chovia lá dentro e havia pouca luz. Foi mudar na noite para o dia, pois hoje fazemos o treino em segurança e com muito melhores condições”. Para o futuro, que o responsável da Voley4All espera ser a curto prazo, ficam agendadas mais duas intervenções numa escola provisória há demasiado tempo: “há 40 anos que se diz que a escola vai abaixo e ninguém faz nada. Acabou-se com um mito! Falta conseguir pintar o interior de branco e recuperar aquele chão de madeira com caixa-de-ar que é único no concelho”. Luís Geraldes acrescenta ainda que “esta intervenção foi um grande incentivo para fazer mais estas duas recuperações” e deixa a mensagem: “se as pessoas se unirem e arregaçarem as mangas tudo é possível”.
 
 
 
 
 

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