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Simulacro: o filme de um incêndio no Hospital Santa’Ana | Parede

No âmbito das atividades da V Semana da Proteção Civil de Cascais, o Hospital Ortopédico de Santa’Ana realizou um simulacro de incêndio.
Luzes, câmara, ação. A simulação de incêndio no Hospital Ortopédico de Santa’ Ana, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, na Parede, parece o cenário de um filme. Há enredo, profissionais que se tornam atores e muita adrenalina. A história começa assim: durante a utilização de substâncias inflamáveis na farmácia do hospital (na zona lateral do hospital) acaba por acontecer um fogo que causa vários feridos. Além disso, é preciso afastar para longe os funcionários, doentes e visitas que se encontram num piso superior. 
 
A sirene do hospital mistura-se com os carros dos bombeiros. É fundamental tratar quem precisa, controlar o incêndio e pedir apoio a todos os intervenientes. Os segundos contam para um final feliz e os protagonistas sabem bem qual o papel a desempenhar. 
 
“As pessoas em pânico tendem a esconder-se em qualquer lado e faz-se uma busca ainda mais pormenorizada. Temos uma alavanca de arrombamento e progredimos por aí fora”, diz Rui Santos, chefe de combate dos bombeiros da Parede.
 
A máscara de oxigénio abafa a voz do bombeiro. Percorreu várias vezes os corredores para encontrar potenciais feridos. “Em situações destas as pessoas devem rastejar no chão, encontrar luz, que indica o caminho da rua, e nunca se esconder”. 
 
Carcavelos, Alcabideche e Estoril foram outras corporações presentes. Esta atividade foi promovida com o apoio da Câmara Municipal de Cascais. Carlos Carreiras, o presidente da autarquia, considera que este é um exercício fundamental. “Estamos a preparar-nos para algo que nunca aconteça. Mas se acontecer todas as forças de proteção civil estão mais do que preparadas”. 
 
O presidente da Câmara sublinha ainda a importância que cada um de nós deve ter enquanto cidadão: “Quanto mais informado e formado estiver melhor terá capacidade para ultrapassar situações que podem ser de grande gravidade.” 
 
Para o cenário ser o mais real possível há feridos nas macas, outros em cadeiras de rodas e médicos no local. “Embora sejam tomadas todas as precauções estas situações são sempre boas de treinar”, explica Cândida Barbosa, diretora de serviços farmacêuticos.
 
As operações ficaram a cargo do Posto de Comando Conjunto, órgão diretor das operações, da responsabilidade do Serviço Municipal de Proteção Civil, composto pelo Comandante dos Bombeiros da Parede; Delegado de Segurança do Hospital Ortopédico de Sant'Ana; Empresa de Segurança Privada - STRONG; Polícia de Segurança Pública; Polícia Municipal; Serviço Municipal de Proteção Civil. No total, a operação envolveu cerca de 60 elementos.
 

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