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José Guilherme Lima dos Santos

Do berço para o tabuleiro de xadrez: José Guilherme Lima dos Santos teve uma paixão muito cedo pelo xadrez. A família ainda guarda um vídeo em que com apenas quatro anos disse à mãe que o jogo que mais gostava de jogar era xadrez.

É um talentoso xadrezista que, aos 12 anos vai representar Portugal no Campeonato Europeu a decorrer em Praga no mês de Agosto. Recorda a sua primeira vitória. “Tinha 8 anos” quando ganhou uma partida ao pai, Paulo Lima dos Santos, que não era propriamente um curioso, chegou mesmo a ser federado e também participou em torneios. “As pessoas não sabem, mas o xadrez exige muito estudo e dedicação”, conta-nos, José Guilherme.

Já a irmã, com 19 anos, que também assistia às partidas em casa de xadrez entre o pai e a avó, não é adepta da modalidade. “A minha irmã dá-me apoio moral”, diz-nos José.

Ensaiou as primeiras jogadas com o pai e a avó. Treina desde os 9 anos no Grupo de Xadrez Alekhine, em Lisboa com o professor Carlos Aguiar, aos sábados e domingos. O pai diz que foi difícil arranjar um clube para o Guilherme treinar. “Cascais é um concelho espetacular, mas é uma pena que não aposte nesta modalidade”, lamenta.

José Guilherme explica que há três ritmos diferentes no Xadrez: Rápidas, com uma duração de mais ou menos 5 minutos; semirrápidas, de 20 minutos e as clássicas que podem demorar bastante tempo. Joga com raparigas e rapazes da sua idade e mais velhos. Há torneios em que as faixas etárias se misturam, “pode-se jogar com pessoas de 10 ou de 70 anos”, conta.

A primeira vez que José Guilherme ganhou um torneio tinha 9 anos. Foi tricampeão distrital de jovens de partidas clássicas (2014, 2015, 2016), campeão nacional de jovens de semirrápidas (2015), campeão distrital de jovens de semirrápidas (2016), vice-campeão nacional de jovens de semirrápidas (2016) e terceiro no campeonato nacional de jovens de rápidas (2016).

Aluno de excelentes notas, sobretudo a Matemática, estuda na Escola Pereira Coutinho, em Cascais. Pai e filho deixam um apelo: “Gostávamos que a Federação Nacional de Xadrez apostasse nas camadas mais jovens, promovendo torneios nas escolas. O Xadrez desenvolve a capacidade de concentração, análise e raciocínio”.

"C" 70 - junho de 2016

Cascais Digital

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