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Maria Conceição Barros

“Anjo sem asas”. A alcunha é sugestiva e prepara-nos para o encontro com Conceição Barros.

Aos 75 anos, esta mulher simples e recatada na sua timidez, tem um espírito de missão que fez dela uma das mais populares voluntárias das Conferências Vicentinas de Trajouce. Conceição vive para dar vida aos outros mas prefere esconder-se na capa da normalidade - “sou uma pessoa igual às outras”, diz. Quem a conhece não concorda, até porque Conceição é daquele tipo de pessoas que nunca sabe dizer “não”.

A vocação altruísta vem de cedo, desde a sua infância passada no concelho Paços Ferreira. Por volta de 1985, chega a Lisboa e conheceu uma senhora com fortes limitações motoras. Aí sobressaiu de imediato o espírito voluntário de Conceição Barros. A partir de então, a vocação materializou-se em missão. Por motivos pessoais, foi forçada a voltar para sua terra natal de onde regressaria passados 12 anos. E é quando regressa, em 2001, que tem um grande desafio à sua espera e que lhe mudaria a vida. As Conferencias de São Vicente Paulo querem formar a Conferência de Trajouce e pedem-lhe ajuda.

É o sítio certo para os talentos sociais de Conceição Barros sobressaírem. Para além de ajudar na Igreja, Conceição combate todos os dias uma das maiores doenças da sociedade contemporânea – a solidão – visitando idosos. Muitas vezes, só para ouvir. Outras, prestando assistência domiciliária a quem dela precisa. E porque saber ouvir é um dom, quando o trabalho é muito e as suas visitas habituais têm de ser alteradas, a vicentina liga para casa dos que tem ao seu cuidado, para saber se está tudo bem ou apenas porque sabe que as palavras têm o poder de ajudar a ultrapassar as dificuldades do dia-a-dia. Para além de tudo isto, a vicentina ainda distribui alimentos a 338 famílias uma vez por mês. Não se vê a fazer mais nada na vida. No fim do dia, basta-lhe a felicidade dos outros e a satisfação que tira da sua ambição: ajudar.

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