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Mariana Cintra

Artesã de bijuteria personalizada | Há dois anos foi de férias para o Alentejo e conheceu uma artesã a quem comprou um colar no qual pediu que colocasse pendentes que evocassem a mãe, a irmã e o namorado.

Fascinada com a peça de bijuteria que “conta parte da sua história de vida”, começou a pesquisar sobre a arte da bijuteria artesanal e junto com uma amiga cria a marca Pipe, nome que traduzido do inglês significa tubo. Para Mariana, na vida há sempre uma saída no fim do túnel. “Por pior que seja a situação há sempre uma escolha a tomar que pode fazer do amanhã um dia melhor”, explica. Este é o conceito que dá forma às suas criações que refletem os valores de vida de cada pessoa. “Quando as pessoas me pedem para criar um determinado colar estão a transferir parte do significado da sua vida para uma peça de bijuteria que passam a partilhar com o conceito de vida que imprimo às minhas criações”.

Versáteis, personalizadas e simples, são peças criadas para usar no dia-a-dia e em ocasiões especiais com diferentes estilos de roupa. Colares com uma, duas ou três voltas que se podem modificar de acordo com o gosto de quem os utiliza. Podem ser usados na frente e no verso. “Posso ir para a praia e depois ir jantar, mudar apenas o casaco e continuar com o mesmo colar”, explica.

Mariana não consegue estar parada. No início do lançamento do negócio ainda conseguia conciliar os estudos de Arquitetura com o trabalho aos fins de semana numa loja de roupa.

Divulga as suas criações na internet, Instagram e facebook. Durante o verão mostra os seus colares em feiras e mercados. Esta é a segunda vez que tem um stand na FIARTIL. Do Estoril, segue para a Indonésia para preparar a coleção para o verão do próximo ano. “Quero fazer uma coleção baseada em Bali”, conta. Brasileira, nasceu há 24 anos em Goiânia. Está em Portugal há 11 anos e sempre viveu em Cascais. “Viver em Cascais inspira-me. Estudo em Lisboa. É um alívio voltar para Cascais ao final do dia”. Costumo dizer que se não vivesse em Cascais, não estaria em Portugal”.

"C" 71 (1) - julho de 2016

 

 

 

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