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Prémio História de Cascais - Ferreira de Andrade

A fim de incentivar o estudo da história de Cascais, o Município de Cascais instituiu o Prémio de História de Cascais – Ferreira de Andrade, em homenagem a este vulto ilustre da historiografia local, autor de obras de referência entre as quais se destacam Cascais, vila da corte: Oito séculos de história, editada em 1964.

O Prémio História de Cascais Ferreira de Andrade destina-se a galardoar um trabalho de investigação histórica acerca de Cascais, em qualquer domínio, nomeadamente sobre temas e personalidades consideradas de relevo para o estudo do passado do concelho ou que tenham por base documentação preservada no Arquivo Histórico Municipal de Cascais.

O Prémio é de periodicidade bienal e tem natureza pecuniária, a definir em cada edição. É garantida a edição digital da obra pelo Município de Cascais, no âmbito da Coleção Memórias Digitais de Cascais.

O estudo vencedor da 1.ª edição deste prémio, atribuído em 2015 - "A linha de Cascais: Construção e modernização: Reflexos no turismo e no processo de suburbanização da cidade de Lisboa", da autoria de Joana Vieira Paulino. Consulte a obra AQUI

Mais informação
 Regulamento 
 Ficha de inscrição

Júri da edição 2016/2017
 Prof. Doutor António Ventura
 Prof. Doutor José d'Encarnação
 Prof. Doutora Raquel Henriques da Silva

MAIS INFORMAÇÕES2ª Edição | 2015/20161ª Edição | 2014/2015JURI
MAIS INFORMAÇÕES2ª Edição | 2015/2016

A convocatória para entrega de candidaturas decorreu de 8 de abril de 2016 a 31 de janeiro de 2017.

Os 5 trabalhos a concurso foram:

- Ana Maria Teixeira Gaspar - Os Governos Municipais de Cascais entre o Antigo Regime e o Liberalismo (1792-1836) 
- Guilherme de Jesus Pereira Cardoso - Estudo Arqueológico da Villa Romana de Freiria 
- Jorge Leonel Vaz Freire - Os Navios do fim do Mundo: A Paisagem Cultural Marítima de Cascais 
- Miguel António Lemos de Figueiredo Mendes Padeira - A Comunicação Política entre a Administração Central e o Poder Local: O caso da Câmara Municipal de Cascais (1834-1851) 
- Rui Jorge de Abrantes Vaz Pais de Amaral - Linha do Tempo de Cascais: Principais Acontecimentos da sua História 4

O Prémio, no valor de 5.000 euros, garantirá, ainda, a edição digital da obra vencedora.

A obra vencedora foi Os Navios do fim do Mundo: A Paisagem Cultural Marítima de Cascais de  Jorge Leonel Vaz Freire.
A obra de Guilherme de Jesus Pereira Cardoso - Estudo Arqueológico da Villa Romana de Freiria  - recebeu uma menção honrosa.

O Município de Cascais tem o direito de publicação da obra vencedora e de utilização de excertos de textos e imagens da mesma, no âmbito da comunicação do Prémio, como, por exemplo, em anúncios, convites, folhetos, cartazes, revistas, catálogos, website, etc. 
Sem prejuízo dos direitos de autor reconhecidos por lei, a propriedade da obra será pertença do Município de Cascais, que poderá anular este concurso de pleno direito, qualquer que seja a causa, sem conceder indemnização aos concorrentes.

Júri da 2ª edição
 Prof. Doutor António Ventura
 Prof. Doutor José d'Encarnação
 Prof. Doutora Raquel Henriques da Silva

 

1ª Edição | 2014/2015

A convocatória para entrega de candidaturas decorreu de 29 de abril de 2014 a 29 de janeiro de 2015.

Os resultados foram apresentados a 7 de junho de 2015, em sessão que teve lugar pelas 18h30 no Museu Condes de Castro Guimarães.

Os 5 trabalhos a concurso foram:
Joana Catarina Vieira Paulino – A linha de Cascais: Construção e modernização: Reflexos no turismo e no processo de suburbanização da cidade de Lisboa;
- Maria Cristina de Carvalho dos Anjos – O turismo nas estâncias Estoril, Monte Estoril e Cascais: 1929-1939: Um contributo;
- Maria Margarida Ivo Rosa – Cascais, lugar de culto: Valores monumentais a artísticos: 1364-1755;
- Maria Mota Almeida – Os primeiros 50 anos do Museu-Biblioteca Condes de Castro Guimarães: Pioneirismo mediado pela ação cultural e educativa;
- Nuno Dias Moleiro Pereira Frazão – A presença da corte e o desenvolvimento de Cascais:1870-1908.

O Prémio, no valor de 5.000 euros, garantiu, ainda, a edição digital da obra vencedora.

A obra vencedora foi "A linha de Cascais: Construção e modernização: Reflexos no turismo e no processo de suburbanização da cidade de Lisboa", de  Joana Catarina Vieira Paulino.

O Município de Cascais tem o direito de publicação da obra vencedora e de utilização de excertos de textos e imagens da mesma, no âmbito da comunicação do Prémio, como, por exemplo, em anúncios, convites, folhetos, cartazes, revistas, catálogos, website, etc. 
Sem prejuízo dos direitos de autor reconhecidos por lei, a propriedade da obra será pertença do Município de Cascais, que poderá anular este concurso de pleno direito, qualquer que seja a causa, sem conceder indemnização aos concorrentes.

Júri da 1ª edição
 Prof. Doutor António Ventura
 Prof. Doutor José d'Encarnação
 Prof. Doutora Raquel Henriques da Silva

JURI

Prof. Doutor António Ventura
Doutor em Letras (História Contemporânea) pela Universidade de Lisboa. Professor catedrático de nomeação definitiva do Departamento de História da Faculdade de Letras de Lisboa. Diretor da Área de História da mesma Faculdade. Académico de Número da Academia Portuguesa da História. Sócio efetivo da Academia de Marinha (Classe de História Marítima). Foi diretor do Centro de História da Universidade de Lisboa e diretor da Revista da Faculdade de Letras. Fez conferências e participou em congressos científicos em Espanha, França, Itália, Suíça, Estados Unidos da América, Canadá, Macau, China, Luxemburgo, Polónia, México, Bélgica e Rússia. Fez conferências ou participou em cursos nas Universidades de Toronto e de York (Toronto, Canadá), Extremadura, Complutense de Madrid, Córdova, Saragoça e Autónoma de Barcelona (Espanha), Brown e Dartmouth (USA), Lomonossov (Moscovo, Rússia), Pisa (Itália), Tlaxcala (México), Varsóvia (Polónia), Genéve (Suíça), Aix-Marselha (França), Universidade Livre de Bruxelas e Universidade de Antuérpia. Da sua bibliografia, com mais de 300 trabalhos publicados, destaca-se O Imaginário Seareiro –Ilustradores e Ilustrações da revista «Seara Nova» (1990); José Régio – Correspondência (1994); António Sérgio e José Régio – Um Convívio Epistolar (1994); Guerra de 1801 (1994); Entre a República e a Acracia – O Pensamento e a Ação de Emílio Costa (1994); O Combate de Flor da Rosa (1996); José Frederico Laranjo (1997); A Carbonária em Portugal (1999); O Marquês de Santa Iria nas Guerras Liberais (2000); Anarquistas, Republicanos e Socialistas – As Convergências Possíveis (1892-1919) (2000); José Régio e a Política (2000); Memórias da Resistência – Literatura Autobiográfica da Resistência ao Estado Novo (2001); O Cerco de Campo Maior em 1801 (2001); O Reinado de D. Miguel – Os Últimos Meses Vistos por um Oficial do General José Ramon Rodil e pelo Barão de Los Valles (2002); A Guerra das Laranjas (2004); Estudos de História e de Cultura Portuguesas Contemporâneas (2004); Charles Napier – A Guerra da Sucessão – D. Pedro e D. Miguel (2005); Mousinho de Albuquerque (2005); O Algarve visto pelos Estrangeiros (2005); Guerra das Laranjas – Campanha do Alentejo (2006), Guerras Liberais (2006), Campanhas Coloniais – Angola, Moçambique, Guiné e Timor (1850-1925) (2006); D. Miguel e o Fim da Guerra Civil (2006); George Borrow em Portugal (2006); Planos Espanhóis para a Invasão de Portugal (1797-1801) (2006); General Barão de Marbot – Memórias sobre a 3ª Invasão Francesa (2006); Xavier de Araújo – A Revolução de 1820 – Memórias (2006); A Maçonaria no Distrito de Portalegre (2007); Elvas na Literatura de Viagens (2008); José Régio – Correspondência Familiar: Cartas a seus Pais, 2ª ed. revista e aumentada (2010); Linhas de Torres Vedras – Memórias Francesas sobre a III Invasão (2010); M. Guingret – Campanhas do Exército de Portugal, 1810 (2010); Tenente-coronel William Mayne e Capitão Lillie – A Leal Legião Lusitana – Narrativa das Campanhas (1809, 1810 e 1811) (2010); D. Pedro V – O Esperançoso (2010); D. Luís I – O Popular (2010); Os Postais da Primeira República (2010); O 5 de Outubro por quem o Viveu (2010); Roteiro Republicano de Portalegre (2010); Os Homens do 5 de Outubro – Nos Bastidores da Revolução (2010); Mais Postais da Primeira República (2010); A Maçonaria em Almada – 1899-1935 (2010); A Carbonária em Portugal – 1897-1910 (2010); Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria (2011); Magalhães Lima, um Idealista Impeninente (2012); A Marinha de Guerra Portuguesa e a Maçonaria (2013) e Uma História da Maçonaria em Portugal (2014). Colaboração em numerosas publicações periódicas, com realce para Colóquio Letras, Revista de História das Ideias, Revista da Faculdade de Letras, Revista da Biblioteca Nacional, Revista de Estúdios Extremeños, História, Forum, Gil Vicente, Lusitânia Sacra, Vária Escrita, Península, Boletim do Arquivo Histórico Militar, Lusíada História e Finisterra.

Prof. Doutor José d'Encarnação
Natural de S. Brás de Alportel (24-12-1944), José d’Encarnação desde tenra idade que veio viver, com seus pais, para a freguesia de Cascais. Licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa (Janeiro de 1970), doutorado em História e Arqueologia pela Universidade de Coimbra (1984), universidade de que é professor catedrático (em Pré-História e Arqueologia, desde 1991, ora aposentado), cedo se interessou pela história e pelo património cascalenses, quer em largas centenas de artigos distribuídos pela imprensa local (ininterruptamente, desde 1964) e em livros, quer como fundador da Associação Cultural de Cascais (1988). No âmbito da História Local, publicou treze livros, de que se salientam: Índices e Suplemento de "Cascais, Vila da Corte" (1975); Cascais – Guia para uma Visita (1983); Roteiro Epigráfico Romano de Cascais (2001, 2ª edição); Cascais e os Seus Cantinhos (2002); Festas de Tradição no Concelho de Cascais (2004); Recantos de Cascais (2007); Dos Segredos de Cascais (2009) e Cascais – Paisagem com Pessoas dentro (2011). Foi agraciado, a 7 de junho de 1994, com a medalha de mérito municipal de Cascais e foi-lhe atribuído pelo Rotary Club de Cascais-Estoril, em 2000, o diploma de Mérito Profissional Rotário. A sua biografia consta do livro Personalidades da Costa de Estoril, I vol., Cascais, 1995, p. 277-284.
Página na Internet: http://www.ua.es/personal/juan.abascal/encarnacao_jose_de.html

Prof. Doutora Raquel Henriques da Silva
Professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Departamento de História da Arte e Diretora do Instituto de História da Arte desde 2010. Coordenadora do Mestrado em Museologia, da mesma Faculdade, desde 2006. Autora de estudos de investigação e divulgação nas áreas do urbanismo e arquitetura (século XIX-XX), artes plásticas e museologia. Foi Diretora do Museu do Chiado entre 1994 e 1997 e do Instituto Português de Museus em 1997 e 2002. Integra atualmente o Conselho Nacional de Cultura, na Secção de Museus.

 

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